Hipertensão · Colesterol · Fatores de risco

Controlar os números é importante. Entender o porquê é essencial.

Pressão alta e colesterol elevado costumam ser silenciosos, e é exatamente por isso que merecem acompanhamento contínuo. Na consulta, você entende o que os seus números significam, por que o tratamento foi escolhido e o que fazer na rotina para cuidar de verdade.

Traga suas medições e exames anteriores: eles ajudam a entender a evolução do quadro.

Dra. Rizia Carvalho, cardiologista
O que acompanhamos

Um plano para cada pessoa

  • Hipertensão arterial e ajuste do tratamento
  • Colesterol elevado e dislipidemias
  • Diabetes e saúde cardiovascular
  • Avaliação cardiometabólica no emagrecimento
  • Acompanhamento após infarto
  • Prevenção cardiovascular e mudança de hábitos
Como funciona

Estratégia definida em conjunto

O acompanhamento começa pela avaliação completa do seu risco cardiovascular, com os exames adequados ao seu perfil, muitos deles realizados na própria estrutura, como MAPA 24h para entender o comportamento da pressão ao longo do dia.

A partir daí, a estratégia de tratamento é definida em decisões compartilhadas: medicamentos quando necessários, orientações de hábitos que cabem na sua rotina e retornos para acompanhar a evolução.

Depois de cada consulta, o resumo pós-consulta organiza por escrito o que foi combinado, para você não depender da memória.

Dúvidas frequentes

Sobre pressão, colesterol e riscos

Pressão alta tem cura?

A hipertensão é uma condição crônica na maioria dos casos, mas tem controle. Com o tratamento adequado, ajustes de hábitos e acompanhamento regular, é possível manter a pressão em níveis seguros e reduzir os riscos associados. Cada caso é avaliado de forma individualizada.

Como diferenciar o colesterol bom do ruim?

O HDL é conhecido como colesterol bom e o LDL como colesterol ruim. Mas a avaliação não depende de um número isolado: o que orienta a conduta é o seu risco cardiovascular como um todo, analisado em consulta.

Preciso tomar remédio para o resto da vida?

Depende do caso. Em algumas situações, mudanças de hábitos permitem reduzir ou ajustar medicações ao longo do tempo; em outras, o medicamento é parte necessária do cuidado. O acompanhamento serve justamente para reavaliar o tratamento de forma segura, sem decisões por conta própria.

Diabetes afeta o coração?

Sim. O diabetes é um dos principais fatores de risco cardiovascular, e o acompanhamento cardiológico avalia os impactos dos fatores metabólicos sobre o coração, em conjunto com o tratamento conduzido pelo seu médico assistente.

Diagnóstico e conduta são sempre definidos em consulta, de forma individualizada.

Seus números merecem atenção contínua

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